Como Não Cometer 52 dos Herros de Português Mais Comuns nas Organizações

Um erro de português pode arranhar sua imagem e a de sua empresa, como esse no título deste artigo.

Cada vez mais os profissionais são exigidos por desenvolverem-se em competências diversas. O domínio da escrita em português vem despertando  atenção como uma habilidade essencial para relacionamentos com os clientes e demais atores do mundo corporativo.

No mês passado eu vivenciei duas experiências sobre este tema em empresas diferentes. Gestores discutindo sobre como evitar que erros gramaticais acompanhem apresentações, relatórios e mails enviados aos clientes pela equipe interna, independente do nível hierárquico.

Uma dessas empresas contratou um profissional formado em português para corrigir, pelo menos os documentos mais importantes que são emitidos e disparados pelos funcionários.

Quando se fala em atendimento ao cliente e qualidade, a experiência de receber um texto mal acabado pode significar uma avaliação negativa de quem o recebe. Por isso, toda atenção é necessária, principalmente para quem trabalha com serviços, que é altamente subjetivo. Neste caso, um texto pode ser um dos fatores relevantes que fará com que seu cliente registre uma impressão: positiva ou negativa.

A obra “Livro de anotações com 101 dicas de português”, (Editora Hunter Books, 2014), da autora Rosangela Cremaschi, me serviu de fonte para esta pesquisa de desvios mais comuns cometidos no mundo do trabalho.

Além disso pude me valer de pesquisas na internet e com a contribuição de Filipe Couto, Diretor de Ensino Médio e Curso do pH, que é referência na cidade do Rio de Janeiro.

1- “A princípio” / “Em princípio” 

Errado: Pensamos, em princípio, que ela estava trabalhando bem.
Certo: Pensamos, a princípio, que ela estava trabalhando bem.

Explicação: A princípio equivale a “no início”. Em princípio significa “em tese”. Ex: Em princípio, todo homem é igual perante a lei.

2- “Por que” / “Porque” / “Porquê” / “Por quê”

Por que (separado e sem acento).

Caso 1 – faz a pergunta e nunca vem no final.

Exemplo: Por que você estuda?

Caso 2 – pode ser substituído por “pelo qual”.

Exemplo: O livro por que estudo é rico em exemplos.

 

Porque (junto e sem acento) – responde à pergunta.

Exemplo: Estudo porque quero passar.

 

Por quê (separado e com acento) – faz a pergunta e vem no final.

Exemplo: Vocês estudam por quê?

Porquê (junto e com acento) – vem sempre precedido de uma artigo, um pronome, um adjetivo ou um numeral.

Exemplo: Eu sei o porquê da sua dedicação.

3- “Anexo” / “Anexos”

Errado: Seguem anexo os materiais solicitados.
Certo: Seguem anexos os materiais solicitados.

Explicação: Anexo é adjetivo e deve concordar em gênero e número com o substantivo a que se refere.

Obs: Muitos gramáticos condenam a locução “em anexo”; por isso, é melhor não arriscar, dando preferência à forma sem a preposição.

4- “Em vez de” / “ao invés de”

Errado: Ao invés de mandar um e-mail, discutimos o assunto pelo telefone.
Certo:
 Em vez de mandar um e-mail, discutimos o assunto pelo telefone.
Explicação: Em vez de é usado como substituição. Ao invés de é usado como oposição. Ex: Corremos, ao invés de caminhar.

5- “Esquecer” / “Esquecer-se de”

Errado: Eu esqueci da reunião.
Certo:
 Há duas formas: Eu me esqueci da reunião. ou Eu esqueci a reunião.

Explicação: O verbo esquecer só é usado com a preposição de (de – da – do) quando vier acompanhado de um pronome oblíquo (me, te, se, nos, vos).

6-“Faz” / “Fazem”

Errado: Fazem dois anos que fui promovido nesta empresa.
Certo:
 Faz dois anos que fui promovido nesta empresa.

Explicação: No sentido de tempo decorrido, o verbo “fazer” é impessoal, ou seja, só é usado no singular. Em outros sentidos, concorda com o sujeito. Ex: Eles fizeram um bom trabalho.

7- “Ao encontro de” / “De encontro a”

Errado: A diretoria está satisfeita, porque a melhoria implantada veio de encontro ao que os clientes desejavam.
Certo: A diretoria está satisfeita, porque a melhoria implantada veio ao encontro do que os clientes desejavam.

Explicação: “Ao encontro de” dá ideia de harmonia e “De encontro a” dá ideia de oposição. No exemplo acima, os diretores só podem ficar satisfeitos se a atitude vier ao encontro do que desejam.

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8- “A par” / “ao par”

Errado: Ele já está ao par dos acontecimentos.
Certo: Ele já está a par dos acontecimentos.

Explicação: No sentido de estar ciente, o correto é “a par”. Use “ao par” somente para equivalência cambial. Ex: “Há muito tempo, o dólar e o real estiveram quase ao par.”

9- “Ideia” / “Idéia”

Errado: Tive uma idéia brilhante!
Certo: Tive uma ideia brilhante!

Explicação: A forma correta de escrita da palavra é ideia, sem acento agudo. A palavra idéia, acentuada graficamente, passou a estar errada desde a entrada em vigor do Novo Acordo Ortográfico, em janeiro de 2009. O substantivo feminino ideia se refere a uma representação mental de alguma coisa: um conceito, pensamento, noção, concepção, opinião,… Indica também um propósito, uma fantasia ou uma possível solução.

10- “Quite” / “quites”

Errado: O contribuinte está quites com a Receita Federal.
Certo:
 O contribuinte está quite com a Receita Federal.

Explicação: A palavra “Quite” deve concordar com o substantivo a que se refere.

11- “Media” / “Medeia”

Errado: Ele sempre media as discussões.
Certo:
 Ele sempre medeia as discussões.

Explicação: Os seguintes verbos irregulares com final –iar se conjugam como “odiar”: mediar, ansiar, incendiar. Assim, temos medeio, anseio, incendeio e odeio.

12- “Através” / “por meio”

Errado: A recomendação é que, através de lei complementar, os contratos sejam assinados com os estados.
Certo:
 A recomendação é que, por meio de lei complementar, os convênios sejam firmados com os estados.

Explicação: Por meio significa “por intermédio”. Através de, por outro lado, expressa a ideia de atravessar. Ex: Olhava através da janela.

13- “Ao meu ver” / “A meu ver”

Errado: Ao meu ver, o evento foi um sucesso.
Certo: 
A meu ver, o evento foi um sucesso.

Explicação: “Ao meu ver” não existe.

14- “Senão” / “Se não”

Errado: Nada fazia se não reclamar.
Certo: 
Nada fazia senão reclamar.

Explicação: Senão significa “a não ser”, “caso contrário”. Se não é usado nas orações subordinadas condicionais. Ex: Se não chover, poderemos sair.

15- “Iminente” / “Eminente”

Errado: O perigo de falência daquela empresa é eminente.
Certo: 
O perigo de falência daquela empresa é iminente.

Explicação: Eminente é um adjetivo que significa alto, grande, elevado ou saliente. Pessoa importante e notável. Iminente indica algo que está prestes a acontecer.

16- “À vista” / “A vista”

Errado: O pagamento foi realizado a vista.
Certo: 
O pagamento foi realizado à vista.

Explicação: ocorre crase nas expressões formadas por palavras femininas (à noite, à tarde, à venda, às pressas).

17- “Onde” / “Aonde”

Errado: Aonde coloquei meu telefone?
Certo: 
Onde coloquei meu telefone?

Explicação: Onde se refere a um lugar em que alguém ou alguma coisa está. Indica permanência. Aonde se refere ao lugar para onde alguém ou alguma coisa vai. Indica movimento. Ex: Ainda não sabemos aonde iremos.

18- “A” / “há”

Errado: Atuo no setor de controladoria a 15 anos.
Certo:
 Atuo no setor de controladoria 15 anos.

Explicação: Para indicar tempo passado, usa-se o verbo haver. O “a”, como expressão de tempo, é usado para indicar futuro ou distância. Exs: Falarei com o diretor daqui a cinco dias. Ele mora a duas horas do escritório.

19- “Aceita-se” / “Aceitam-se”

Errado: Aceita-se encomendas para entrega em casa.
Certo:
 Aceitam-se encomendas para entrega em casa.

Explicação: A presença da partícula apassivadora “se” exige que o verbo transitivo direto concorde com o sujeito.

20- “Precisa-se” / “Precisam-se”

Errado: Precisam-se de pedreiros.
Certo:
 Precisa-se de pedreiros.

Explicação: Nesse caso, a partícula “se” tem a função de tornar o sujeito indeterminado. Quando isso ocorre, o verbo permanece no singular.

21- “Há dois anos” / “Há dois anos atrás”

Errado: Há dois anos atrás, decidi arriscar.
Certo:
 Há duas formas corretas: “Há dois anos, decidi arriscar” ou “Dois anos atrás, decidi arriscar.”

Explicação: É redundante dizer “Há dois anos atrás”.

22- “Somos” / “Somos em”

Errado: Somos em cinco vendedores em São Paulo.
Certo:
 Somos cinco vendedores em São Paulo.

Explicação: Não se deve empregar a preposição “em” nessa expressão.

23- “Entre eu e você” / “Entre mim e você”

Errado: Não há nada entre eu e você, só amizade.
Certo: 
Não há nada entre mim e você, só amizade.

Explicação: Eu é pronome pessoal do caso reto e só pode ser usado na função de sujeito, ou seja, antes de um verbo no infinitivo, como no caso: “Não há nada entre eu pagar e você usufruir também.”

24- “A fim” / “Afim”

Errado: Nós viemos afim de interromper o trabalho. 
Certo:
 Nós viemos a fim de interromper o trabalho.

Explicação: A locução a fim de indica ideia de finalidade. Afim é um adjetivo e significa semelhança. Ex: Eles têm ideias afins.

25- “Despercebido” / “Desapercebido”

Errado: As mudanças passaram desapercebidas.
Certo:
 As mudanças passaram despercebidas.

Explicação: Despercebido significa sem atenção. Desapercebido significa desprovido, desprevenido. Ex: Ele estava totalmente desapercebido de dinheiro.

26- “Chegar em” / “Chegar a”

Errado: Os empresários chegaram em Goiânia na noite passada. 
Certo:
 Os atletas chegaram a Goiânia na noite passada.

Explicação: Verbos de movimento exigem a preposição “a”.

27- “Prefiro… do que” / “Prefiro… a”

Errado: Prefiro carne branca do que carne vermelha.
Certo:
 Prefiro carne branca a carne vermelha.

Explicação: A regência do verbo preferir é a seguinte: “Preferir algo a alguma outra coisa.”

28- “Houveram” / “houve”

Errado: Houveram boatos sobre seu trabalho.
Certo: Houve boatos sobre seu trabalho.

Explicação: Haver, no sentido de existir, nunca é usado no plural.

29- “Fim de semana” / “final de semana”

Errado: Bom final de semana!
Certo: 
Bom fim de semana!

Explicação: Fim é o contrário de início. Final é o contrário de inicial. Portanto: fim de semana; fim de jogo; parte final.

30- “Preveram” / “previram”

Errado: Os gurus preveram o que iria acontecer.
Certo:
 Os gurus previram o que iria acontecer.

Explicação: A conjugação do verbo prever segue a do verbo ver. Então, se o certo é dizer que eles viram, também é certo dizer que eles previram.

31- “Assistir o” / “Assistir ao”

Errado: Ele assistiu o filme “A teoria do nada”.
Certo: Ele assistiu ao filme “A teoria do nada”.

Explicação: O verbo assistir, no sentido de ver, exige a preposição “a”.

32- “Responder o” / “Responde ao”

Errado: Ele não respondeu o meu e-mail. 
Certo:
 Ele não respondeu ao meu e-mail.

Explicação: A regência do verbo responder, no sentido de dar a resposta a alguém, é sempre indireta, ou seja, exige a preposição “a”.

33- “Tão pouco” / “Tampouco”

Errado: Ela não foi ao evento, tão pouco justificou sua ausência. 
Certo:
 Ela não foi ao evento, tampouco justificou sua ausência.

Explicação: Tampouco corresponde a “também não”, “nem sequer”. Tão pouco corresponde a “muito pouco”. Ex: Trabalhamos muito e ganhamos tão pouco”.

34- “A nível de” / “Em nível de”

Errado: A pesquisa será realizada a nível de direção.
Certo:
 A pesquisa será realizada em nível de direção.

Explicação: A expressão “Em nível de” deve ser usada quando se refere a “âmbito”. O uso de “a nível de” significa “à mesma altura”. Ex: Estava ao nível do mar.

35- “A grama” / “o grama”

Errado: Esta caixa pesa duzentas gramas.
Certo: 
Esta caixa pesa duzentos gramas.

Explicação: Grama, referindo-se a peso, é uma palavra masculina. Um grama de ouro. Grama no feminino, é sinônimo de capim.

Aproveitando: a sigla de grama é “g” e não gr ou gs. Como também, a abreviação de hora é “h” e não “hs”, pois oficialmente siglas não possuem plural.

36- “Meio” / “Meia”

Errado: Ela estava meia nervosa na reunião.
Certo:
 Ela estava meio nervosa na reunião.

Explicação: No sentido de “um pouco”, a palavra “meio” é invariável. Como numeral, concorda com o substantivo. Ex: Ele comeu meia maçã.

37- “Viagem” / “Viajem”

Errado: Espero que eles viagem amanhã. 
Certo:
 Espero que eles viajem amanhã.

Explicação: Viajem é a flexão do verbo “viajar” no Presente do Subjuntivo e no Imperativo. Viagem é substantivo. Ex: Fiz uma linda viagem.

38- “Mal” / “Mau”

Errado: O ator estava mau posicionado na tela.
Certo: 
O ator estava mal posicionado em cena.

Explicação: Mal é o oposto de bem. E mau é o oposto de bom. Assim: mal-humorado, mal-intencionado, mal-estar, homem mau.

39- “Na medida em que” / “À medida que”

Errado: É melhor comprar à vista à medida em os juros estão altos.
Certo:
 É melhor comprar à vista na medida em que os juros estão altos.

Explicação: Na medida em que equivale a “porque”. À medida que estabelece relação de proporção. Ex: O nível dos jogos melhora à medida que o time fica entrosado.

40- “Para mim” / “Para eu” fazer

Errado: Me informe se tem algum erro para mim corrigir.
Certo:
 Me informe se tem algum erro para eu corrigir.

Explicação: “Para eu” deve ser usado se for seguido de um verbo no infinitivo e quando se referir ao sujeito da frase.

41- “Mas” / “Mais” 

Errado: Você fez tudo certo, mais entregou o relatório atrasado.
Certo:
 Você fez tudo certo, mas entregou o relatório atrasado.

Explicação: Mas é conjunção adversativa e significa “porém”. Mais é advérbio de intensidade. Ex: Eu prefiro com mais sal.

42- “Perca” / “perda”

Errado: Há muita perca de tempo com banalidades.
Certo: 
Há muita perda de tempo com banalidades.

Explicação: Perca é verbo e perda é substantivo. Exs: Não perca as esperanças! Essa perda foi irreparável.

43- “Deu” / “Deram” tantas horas

Errado: Deu dez da noite e ele ainda não chegou.
Certo: 
Deram dez da noite e ele ainda não chegou.

Explicação: Os verbos dar, bater e soar concordam com as horas. Porém, se houver sujeito, deve-se fazer a concordância: “O sino bateu dez horas.”

44- “Traz” / “Trás”

Errado: Ele olhou para traz antes de atravessar a rua.
Certo:
 Ele olhou para trás antes de atravessar a rua.

Explicação: Trás significa parte posterior. Traz é a conjugação do verbo “trazer” na 3ª pessoa do singular do Presente do Indicativo. Ex: Ela sempre traz os relatórios para a gerência.

45- “Maiores informações” / “Mais informações”

Errado: Para maiores informações, contate nossos consultores.
Certo:
 Para mais informações, contate nossos consultores.

Explicação: Não se deve utilizar o termo maior nesse caso, pois trata-se de um termo comparativo. Não existem informações maiores ou menores. Existem mais informações ou também outras informações.

46- “Obrigado” / “Obrigada”

Errado: Muito obrigado! – ela disse ao terminar o atendimento.
Certo:
 Muito obrigada! – ela disse ao terminar o atendimento.

Explicação: Homens dizem “obrigado”. Mulheres dizem “obrigada”.

47- “Muito Obrigada” / “Muito Obrigadas”

Errado: Muito obrigada! – disseram elas ao chefe.
Certo:
 Muito obrigadas! – disseram elas ao chefe.

Explicação: A flexão também ocorre no plural.

48- “Menos” ou “Menas”

Errado: Os atendentes fizeram menas tarefas hoje.
Certo: 
Os atendentes fizeram menos tarefas hoje.

Explicação: “Menas” não existe. Mesmo referindo-se a palavras femininas, use sempre menos. Ex: Havia menos pessoas naquele departamento.

49- “Descriminar” / “Discriminar”

Errado: Os produtos estão descriminados na nota fiscal.
Certo:
 Os produtos estão discriminados na nota fiscal.

Explicação: Discriminar significa separar, diferenciar. Descriminar significa absolver, inocentar. Ex: O juiz descriminou o jovem acusado.

50- “Acerca de” / “a cerca de”

Errado: Estavam discutindo a cerca de política. 
Certo:
 Estavam discutindo acerca de política.

Explicação: Acerca de significa “a respeito de”. A cerca de indica aproximação. Ex: Eu trabalho a cerca de 5 km daqui.

51- “Meio-dia e meio” / “Meio-dia e meia”

Errado: Nesta empresa, o horário de almoço inicia ao meio-dia e meio.
Certo:
 Nesta empresa, o horário de almoço inicia ao meio-dia e meia.

Explicação: O correto é meio-dia e meia, pois o numeral fracionário concorda em gênero com a palavra hora.

52- “Rúbrica” / “Rubrica”

Errado: Esta proposta financeira necessita da rúbrica do responsável.
Certo: Esta proposta financeira necessita da rubrica do responsável.

Explicação: forma correta de escrita da palavra é rubrica. A palavra rúbrica, embora seja muito utilizada, está errada. Quer seja um substantivo feminino, quer seja um verbo, a palavra correta é rubrica, uma palavra paroxítona, com a sílaba bri como sílaba tônica. Enquanto substantivo, rubrica significa, principalmente, uma assinatura abreviada ou uma observação. Enquanto verbo, é a forma do verbo rubricar conjugado na 3.ª pessoa do singular do presente do indicativo ou na 2.ª pessoa do singular do imperativo. Rubricar se refere principalmente ao ato de assinar com uma rubrica.

Rubrica tem sua origem na palavra em latim rubrica e se refere a uma assinatura abreviada, a uma nota ou observação, uma indicação. Também se refere a uma terra vermelha, estando a palavra muito associada a essa cor.
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Sobre PAULO ROBERTO DE SOUZA

"Master Coach Executivo. Autor do livro “A Nova Visão do Coaching na Gestão por Competências. Trainer em desenvolvimento pessoal e Formador de Coaches. Fundador da You Can Be Coaching e Gestão Corporativa em 1992."